Ser feliz, mesmo nas pequenas coisas

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Testemunho de Marcia Reguant Forte

Observar o Mundo para refletir sobre quem somos nós nesse Mundo

 

Estava hoje passando o olho na TV e me deparei com uma matéria sobre adolescentes realizando um sonho de “estar perto” e “conhecer” um famoso cantor. Como sempre, me emocionei ao ver a alegria, o desejo, e a emoção dessas meninas. Eu sou muito assim, sinto junto, às vezes tenho vergonha pelas pessoas quando elas passam por um momento constrangedor. Muitas vezes, elas próprias não se dão conta da situação em que estão vivendo, mas tenho taquicardia. Bem, voltando à matéria, foi algo tão intenso para mim que tive que mudar de canal várias vezes para dar uma respirada.

Elas tiveram um trabalhão para conseguir alcançar o sonho de conhecer o cantor (Luan Santana), mandaram uma carta amarrada em um sapinho de pano, e jogaram no palco enquanto ele estava cantando o show. Quantos objetos um famoso desses deve pegar ou não, no palco, durante um show?

Fato é que imediatamente, lembrei-me da Nova Palavra, do Patricio, de Pai Joaquim, dos meus amigos espirituais, da minha irmã Tata e, enfim, bateu a tristeza e eu, mais uma vez, consegui ver o tamanho da minha pequenez.

Gente, eu sou Umbandista, ou tento ser. Eu sou Nova Palavra, ou tento ser.

Digo “tento ser” porque diante de uma situação como essa, tenho a triste sensação de que tenho por inúmeras vezes jogado fora alguns, e por muitas vezes, todos os ensinamentos que tenho buscado por esses anos (acredito que +- 22 anos), na tentativa de fazer crescer dentro de mim algo mais importante que essa vida material, vivida por nós do lado de cá.

Desde a 1ª vez que entrei na Nova Palavra em busca em busca de muitos “porquês” e respostas que eu senti a necessidade de ter, além das minhas experiências e vivencias com a minha fé, com aquilo que sentia. Os “porquês” eram muito importantes para que eu reafirmasse dentro de mim que o caminho escolhido era o certo, tinha que alimentar dentro de mim o acreditar, a fé, sabendo ou tentando saber, retirar da essência dessa palavra (fé) tão pequena, mas com tanto significado, os “enfeites” que tanto atrapalham no entendimento do verdadeiro acreditar, a verdadeira fé.

Isso deveria ser muito simples como diz Pai Joaquin e tantos de nossos amigos espirituais, mas acho que nós temos dentro de nós que se não for difícil, doloroso, trabalhoso, então “não vale”, “Não acontece”, “Não desenvolve”.

É um discurso habitual do Patricio, na Nova Palavra, o mostrar a cada um que a solução de nossos problemas está em nossas mãos, e tornar isso fácil ou difícil também depende de nós, e isso sem o acreditar (fé) é tempo perdido, é esforço jogado fora.

Acredito dentro de mim que isso funciona e tem em nossas vidas resultados milagrosos. Tenho vivido alguns desses milagres e agradeço agora em publico os presentes que tenho recebido. Muito obrigada a todos os envolvidos, desse mundo e do mundo espiritual. Acho que lendo o que escrevi até aqui vocês devem achar que sou uma pessoa bem resolvida, mas lamento dizer que não. Escrevi isso tudo porque, na verdade, o que quero dizer ao pessoal que frequenta a Nova Palavra e aos que tiveram acesso a essas palavras é que sou muito solidaria a cada um de vocês, e acreditem, eu entendo as dificuldades do “não conseguir”. Muitas vezes, ao contrário do que pregamos, também me vejo procurando os porquês dos meus problemas nos outros e me esqueço de olhar para mim mesma.

Muitas vezes, antes de terminar de ouvir ou viver um acontecimento, antes de me colocar no lugar do outro, já formei dentro de mim o diagnóstico de uma situação. Outra coisa que acho que, assim como a mim, deve atrapalhar muito alguns de vocês, e aquela coisa de assumir para nós muitas “culpas” que na realidade não são nossas, e se forem, a falta de atitude que temos de reverter essa situação com “Mudanças e perdão”.

Gente, eu acredito ou quero acreditar que somos nós que fazemos tudo ser mais difícil do que na verdade é. Olha ai o exercício da fé.

Sei que tenho por obrigação, diante do que já vivi na Nova Palavra, com seus dirigentes, e junto com nossos amigos assistidos, “O Acreditar”, e muitos dos sentimentos que tenho já não mais deveriam ser duvidas pra mim.

Às vezes me sinto uma péssima aluna.  Essa coisa que o Patricio diz que a “gente busca o espiritual por amor e não pela dor” é uma grande verdade. Por mais difícil que seja se prestarmos atenção a gente sempre esta atrás do “ser feliz”, mesmo que na caminhada a gente descubra que o que achamos ser felicidade não era o que pensamos,  ou queremos quando fomos a luta por algum objetivo.

Isso tudo muitas vezes é muito confuso no meu entender e no meu sentir, quero dizer que desejo muito, muito nunca desistir de encontrar com a verdade dentro de mim.

Acredito muito na determinação da corrente formada pelo grupo de oração.

Sei também da responsabilidade que é nunca quebrar esse elo de fé da corrente. Muitas vezes não consegui manter esse elo firme e forte dentro de mim, mas estou determinada a não desistir. Estou mais uma vez tentando firmar o compromisso com Deus e seus Enviados de Amor em fazer a oração das 3 horas da madrugada, no sentido do agradecer, do refletir, do como conseguir uma vida de alegria e felicidade para mim e os meus.

Convido a todos vocês que se juntem a mim, a nós da Nova Palavra, nessa corrente.

Vamos fazer uma corrente de milagres e vitórias para todos nós, nos unindo em um só desejo de ser feliz.

Obrigada Senhor por mais essa oportunidade.

Muita Paz a todos!

Marcia Reguant Forte

 

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