A Quaresma

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Em todas as religiões cristãs este é um período penitencial e de preparação para a Páscoa do Senhor Jesus

Tem o seu início na quarta-feira de cinzas e termina na quinta-feira santa, data de celebração da última ceia de Jesus com os Apóstolos.

O tempo da quaresma é de quarenta e sete dias, o domingo não entra na contagem, já que é considerado um dia santificado.

A duração da Quaresma está baseada na simbologia representada pelo número quatro que, também, segundo a Bíblia, refere-se ao tempo da vida humana na terra com suas provações e dificuldades.  O que reforça esta simbologia são os relatos das passagens dos quarenta dias do dilúvio, dos quarenta anos de peregrinação do povo judeu pelo deserto, dos quarenta dias de Moisés e de Elias na montanha, dos quarenta dias que Jesus passou no deserto antes de começar sua vida pública, dos 400 anos que durou a estada dos judeus no Egito, entre outras. Esses períodos vêm sempre antes de fatos importantes e se relacionam com a necessidade de ir criando um clima adequado e dirigindo o coração para algo que vai acontecer.

Na Igreja Católica a quarta-feira de cinzas, a queima das palmas utilizadas no domingo de Ramos, representa o início da Quaresma, como já dissemos: tempo de conversão. O Católico recebe a cinza com um sinal da Cruz sobre o seu frontal como lembrança da importância desta conversão. Entretanto, a inconsciência coletiva levou o Cristão a acreditar que este sinal seria uma forma de apagar os seus pecados, ou erros cometidos durante o período das folias de Carnaval. Um pensamento que traduz mais ou menos o seguinte: as cinzas apagarão os meus excessos e a penitência me trará a Misericórdia Divina.

Nas religiões de matriz africanas segue-se em parte por este mesmo caminho: o da remissão, mais do que o da preparação. Foi-se o tempo que nos Terreiros de Umbanda, principalmente, como nas Igrejas Católicas se cobriam as imagens e fechava-se a cortina do Congá durante todo o período da Quaresma, e o que é pior, fecha as suas portas a CARIDADE, ação precípua da Umbanda. Não me surpreenderia saber que existem alguns Terreiros que ainda procedem desta forma.

No O Fogo Divino, Pai Joaquim abraçou para ele esta tarefa, não só para apagar os nossos erros do passado ou das folias de carnaval, nem tampouco, só para fechamento de corpo como acontece em algumas casas. Foi mais longe juntou todas as ações em uma só, nos permitindo receber energias de libertação, de proteção, de defesa; receber Misericórdia Divina para as nossas faltas; aproximar os Amparadores Divinos e enviados especiais vivendo na carne para servir aos mais necessitados.

Pai Joaquim transformou um ritual em MÃOS DIVINAS que nos abraçam e auxiliam na Abertura de nossos Caminhos espirituais e materiais.

Não para quarenta e sete dias, pois, se mantivermos acessa a CHAMA DA VERDADE E DO AMOR acessa em nosso interior estaremos iluminando as nossas vidas por toda a eternidade.

Pai Joaquim se baseou segundo suas palavras, na Carta aos Romanos, 18 a 27, onde Paulo Apóstolo diz que a GLÓRIA NOS ESPERA e, mais:

que os sofrimentos do tempo presente não têm comparação com a glória que há-de revelar-se em nós.

Acrescentando:

É assim que também o Espírito vem em auxílio da nossa fraqueza, pois não sabemos o que havemos de pedir, para rezarmos como deve ser.

Assim, mostra este Amigo Espiritual o quanto ele acredita que é possível mudar a trajetória da nossa vida, ainda nesta encarnação, para uma vida repleta de felicidade. Não para um momento, mas, para toda a vida.

Acredite! Muitos conseguiram!

Carta aos Romanos 8 – Paulo Apóstolo

A glória que nos espera

18 Estou convencido de que os sofrimentos do tempo presente não têm comparação com a glória que há-de revelar-se em nós.

19 Pois até a criação se encontra em expectativa ansiosa, aguardando a revelação dos filhos de Deus.

20 De fato, a criação foi sujeita à destruição – não voluntariamente, mas por disposição daquele que a sujeitou – na esperança

21 de que também ela será libertada da escravidão da corrupção, para alcançar a liberdade na glória dos filhos de Deus.

22 Bem sabemos como toda a criação geme e sofre as dores de parto até ao presente.

23 Não só ela. Também nós, que possuímos as primícias do Espírito, nós próprios gememos no nosso íntimo, aguardando a adoção filial, a libertação do nosso corpo.

24 De fato, foi na esperança que fomos salvos. Ora uma esperança naquilo que se vê não é esperança. Quem é que vai esperar aquilo que está vendo?

25 Mas, se é o que não vemos que esperamos, então é com paciência que o temos de aguardar.

26 É assim que também o Espírito vem em auxílio da nossa fraqueza, pois não sabemos o que havemos de pedir, para rezarmos como deve ser; mas o próprio Espírito intercede por nós com gemidos inefáveis.

27 E aquele que examina os corações conhece as intenções do Espírito, porque é de acordo com Deus que o Espírito intercede pelos santos.

 

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